Mato Grosso do Sul está na linha de fronteira com os dois países e precisou adotar medidas para conter avanço da doença em território brasileiro.
De acordo com o Ministério da Saúde paraguaio, 7 casos da doença foram confirmados no país, todos eles em pessoas que não tomaram a vacina.
O avanço do sarampo nos dois países levou Mato Grosso do Sul a iniciar protocolos de prevenção para evitar a propagação da doença. O estado não registra casos da doença desde 2020. Veja abaixo quais medidas já foram adotadas:
- Aplicação da vacina “dose zero” contra o sarampo, voltada para bebês de 6 a 11 meses e 29 dias. A dose recebe esse nome porque é aplicada em crianças com menos de um ano de idade, ou seja, antes da vacinação de rotina, que é feita aos 12 e aos 15 meses. A medida segue recomendação do Ministério da Saúde.
- Bloqueios vacinais, ou seja, imunização de pessoas que tiveram contato com infectados)
- Busca ativa de pessoas com sintomas
- Ações educativas
O Brasil recebeu certificado de país livre da doença em novembro do ano passado. Mas movimentos antivacina têm levado a surtos da doença pelo mundo.
A doença
O sarampo é uma doença infecciosa grave, causada por Morbilivirus e transmitida por secreções das vias respiratórias eliminadas pelo espirro ou tosse. Após o contágio, os sintomas podem aparecer em cerca de 12 dias. A doença é considerada grave e pode levar à morte.
Estimativas apontam que uma pessoa infectada pode transmitir o sarampo para até 90% das pessoas próximas e que não tenham se vacinado. Os principais sintomas são:

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