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Delegado investigado pelo Gaeco acusa promotora de perseguição

Em documento à Justiça, Patrick Linares da Costa aponta problema pessoal com promotora de Ponta Porã

Por Helio de Freitas, de Dourados

O delegado Patrick Linares da Costa, que pediu revogação de medidas cautelares
Investigado pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) âmbito da Operação Codicia (ganância, em espanhol), o delegado de polícia Patrick Linares da Costa acusa a promotora de Justiça Gisleine Dal Bó de perseguição devido a problemas pessoais e por episódio envolvendo o marido dela, policial militar.

Ele é acusado de receber propina supostamente cobrada por outros policiais para devolver veículos apreendidos pela Polícia Civil em Ponta Porã aos proprietários.

Ex-titular da 2ª Delegacia de Polícia de Ponta Porã, Patrick Linares da Costa foi um dos alvos da operação desencadeada no dia 25 de abril deste ano. O Gaeco pediu a prisão preventiva dele, mas o pedido foi negado pela Justiça. Entretanto, o Poder Judiciário determinou série de medidas cautelares contra o delegado, inclusive afastamento das funções e proibição de frequentar prédios da polícia.

Por causa dessas restrições, Patrick Linares da Costa não foi empossado como juiz substituto no dia 27 do mês passado no TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Ele foi aprovado em concurso público no ano passado.

Nesta semana, a defesa do delegado entrou com pedido na Justiça para a revogação das medidas cautelares. No documento de 32 páginas ao qual o Campo Grande News teve acesso, o advogado Diego Marcos Gonçalves rebate todas as acusações feitas pelo Gaeco e aponta suposta perseguição da promotora Gisleine Dal Bó, titular da 3ª Promotoria Criminal de Ponta Porã.

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