Antes, ele teria feito uma carta dizendo ser inocente em relação às acusações feitas a ele e que sempre colaborou com a segurança na região de fronteira entre Brasil e Paraguai.
Por G1 MS e TV Morena
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/A/9/h12Wy9SeiNnbyLTVIROQ/carro-fuad.jpg)
Carro escoltado por viatura do Garras leva o empresário Fuad Jamil após ele se entregar no Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande — Foto: Divulgação
Procurado há anos sob a acusação de vários crimes, entre eles tráfico de drogas, homicídio e organização criminosa, o empresário Fahd Jamil se entregou à polícia na manhã desta segunda-feira (19), no Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande.
O advogado de Fhad, André Borges, disse que o cliente dele se entregou porque está com a saúde debilitada e a intenção é tentar, no segundo momento, a prisão domiciliar.
Antes de se entregar a policiais da Delegacia de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestos (Garras), Fahd teria divulgado uma carta dizendo ser inocente em relação às acusações feitas a ele e que sempre colaborou com a segurança na região de fronteira entre Brasil e Paraguai.
Fábio Peró, delegado do Garras, informou que Fahd não deve prestar depoimento e aguarda vaga no sistema penitenciário estadual.
Acusações
O empresário Fhad Jamil e seu filho, Flávio Correia Jamil Georges, são acusados pelo Ministério Público Estadual (MP-MS) de integrarem organização criminosa que atuava em Ponta Porã e tinha parceria com o grupo criminoso que seria comandado pelos também empresários Jamil Name e Jamil Name Filho, em Campo Grande.
A ligação entre as duas organizações foi apontada nas investigações da 3ª fase da operação Omertà. De acordo com denúncia apresentada em julho de 2020 e aceita pela Justiça, havia uma grande proximidade entre as duas supostas organizações criminosas. Os grupos, teriam atuado conjuntamente, em pelo menos dois homicídios, o do pistoleiro Alberto Aparecido Roberto Nogueira, o Betão, e o do ex-chefe da segurança da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Ilson Martins Figueiredo, o Figueiredo.




