Celair Ramos, a Buga, de Bonito, no sudoeste de Mato Grosso do Sul, é uma das quatro artistas plásticas que vão estilizar ao vivo esculturas de onças-pintadas.
Por g1 MS
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Artista plástica Celair Ramos, a Buga, de Bonito, vai participar do projeto Jaguar Parade — Foto: Celair Ramos/Arquivo Pessoal
Celair Ramos, a Buga, de Bonito, no sudoeste de Mato Grosso do Sul, é uma das quatro artistas plásticas que vão estilizar ao vivo esculturas de onças-pintadas que vão ser expostas em vários locais em São Paulo e, que, depois entre setembro e outubro serão apresentados em Nova York, nos Estados Unidos, durante a 77ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Buga é uma renomada artista sul-mato-grossense. Ela nasceu na aldeia Tomásia, reserva indígena Kadiweu, na região da Serra da Bodoquena. Possui formação em magistério, mas nunca exerceu a profissão de educadora e tomou paixão pela arte desde cedo, sendo autodidata. O nome da obra que ela customizará ao vivo, será Onça Bonito.
Além de Buga, também vão customizar esculturas de onças as artistas Kássia Rare, Celair Ramos (Buga), Vanessa Alexandre e Sophie Reiterman. A estilização será feita pelas artistas entre quinta e sexta-feira da próxima semana, dias 9 e 10, em um ateliê aberto ao público em um shopping na avenida Paulista, em São Paulo.
O projeto é uma iniciativa da ISA CTEEP, maior transmissora privada de energia do país em parceria com a Jaguar Parade – intervenção artística urbana que reúne esculturas de onças-pintadas estilizadas.
A ação está dentro do Programa Conexão Jaguar da empresa, que tem como objetivo promover a conservação da biodiversidade e a mitigação das mudanças do clima por meio da implementação de projetos florestais em áreas prioritárias para a proteção, recuperação e conexão do habitat e corredores da onça-pintada.
Jaguar Parade
A curadoria do evento selecionou cerca de 40 projetos que serão executados por artistas e exibidos em São Paulo e depois em Nova York, durante a 77ª Assembleia Geral da ONU. Nesta edição, o evento acontecerá, em paralelo, de forma online e recebendo de maneira inédita artistas de obras digitais. Após seu encerramento, as esculturas serão leiloadas e 100% do lucro será destinado para projetos de preservação da espécie e seu habitat em diversos países da América Latina.





