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“Não é rotatória”: Secretaria de Segurança esclarece sinalização de ‘PARE’ em via urbana

A confusão visual entre ilhas de canalização e rotatórias motivou uma nota oficial do órgão, que reforçará a sinalização educativa no local.

DA REDAÇÃO 7 de fevereiro de 2026

Uma polêmica recente sobre a pintura de “PARE” em um trecho da cidade levou a Secretaria Municipal de Segurança a vir a público nesta semana. O objetivo é corrigir informações equivocadas que circulam entre motoristas e pedestres sobre a natureza de uma nova intervenção viária.

A dúvida principal reside na estrutura central da via: muitos condutores acreditavam tratar-se de uma rotatória, onde a preferência de passagem costuma ser de quem já está no anel de circulação. No entanto, tecnicamente, o dispositivo é uma ilha de canalização.

Entenda a diferença

Para evitar infrações e, principalmente, acidentes, é fundamental compreender que o funcionamento operacional de uma ilha de canalização difere totalmente de uma rotatória comum.

CaracterísticaRotatóriaIlha de Canalização
CirculaçãoContínua (fluxo giratório)Direcionada (organiza fluxos)
PreferênciaDe quem já está no anelDefinida pela sinalização (ex: PARE)
Objetivo PrincipalFluidez e entroncamentoAcalmamento de tráfego e segurança

Segundo a Secretaria, o uso da sinalização horizontal de parada obrigatória (PARE) em ilhas de canalização é plenamente amparado pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pelos Manuais Brasileiros de Sinalização de Trânsito.

Segurança em primeiro lugar

A implantação não foi estética. De acordo com a nota, a decisão seguiu critérios rigorosos de engenharia de tráfego. Foram analisados o volume de veículos e o histórico de incidentes no local.

“A finalidade é organizar os fluxos, reduzir a velocidade e, acima de tudo, preservar vidas”, afirma o comunicado da Secretaria.

Próximos passos

Reconhecendo que a semelhança visual pode, de fato, induzir ao erro, a prefeitura prometeu medidas imediatas:

  1. Reforço na sinalização vertical: Instalação de placas adicionais para maior visibilidade.

  2. Ações educativas: Orientações diretas aos condutores para garantir que a transição e o entendimento da nova regra sejam feitos sem traumas.

A Secretaria reafirmou seu compromisso com a transparência e destacou que todas as decisões técnicas são baseadas em estudos de responsabilidade pública, visando um trânsito mais humano e seguro para todos.

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